O Controle da Qualidade de Vida em suas Mãos

A automonitorização da glicemia é uma conquista muito importante, pois permite maior flexibilidade no tratamento do Diabetes, independentemente se tipo 1 ou 2. É fundamental que a glicemia seja mantida em bons níveis e, para tanto, não se deve abrir mão do bom controle. O Dr. Rodrigo Nunes Lamounier, endocrinologista, fala sobre a importância da monitorização.

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Qual a importância da monitorização da glicemia para o paciente que tem diabetes?

Trata-se de uma ferramenta bastante útil no entendimento e na interpretação do diabetes pelo próprio paciente. Hoje, monitorizar a glicemia é algo simples e prático para o paciente.

O fundamental no tratamento é que a glicemia seja bem controlada, mantendo-se Hb1Ac abaixo de 7%, com boa qualidade de vida. O bom controle glicêmico comprovadamente reduz os riscos de complicações crônicas.

Quais pacientes devem fazer uso de automonitorização?

Todo paciente com diabetes deve fazer automonitorização. É claro que, dependendo de cada caso, os objetivos e a frequência serão diferentes. O fundamental é que a informação gerada pelo monitor de glicemia seja utilizada como um instrumento de avaliação do tratamento ao longo do dia-a-dia do paciente.

Isso é importante em todas as fases e apresentações do diabetes. Pacientes que fazem terapia insulínica intensiva com múltiplas doses diárias, por exemplo, devem fazer várias “pontas de dedo” ao dia. Assim, é possível obter o bom controle com menor risco de hipoglicemias.

E aqueles que têm diabetes tipo 2 e não usam insulina?

A monitorização é a maneira que o paciente e médico têm para acompanhar a glicemia ao longo do dia e o impacto da alimentação, mesmo que o paciente não use insulina. Pacientes que não usam insulina devem fazê-lo em diferentes horários do dia.

Recentemente um estudo mostrou que a Hb1Ac está relacionada não apenas com a glicemia de jejum, mas também com a glicemia após as refeições e suas variações ao longo do dia. Como se diz no popular: “quem não é visto não é lembrado”. É preciso acompanhar a glicemia para que não se conviva por tempo prolongado com algo que é silencioso e prolongado, a hiperglicemia.

Enquanto a hemoglobina glicada demonstra como “foi” o tratamento nos últimos 3 meses, a automonitorização permite observar-se o controle na rotina diária, o que pode facilitar as mudanças de tratamento. Alguns pacientes podem ter mais hiperglicemia de jejum, outros podem apresentar alteração após algumas das refeições, por exemplo.

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