Ele ostentou por anos cargos na The New Yorker, foi editor executivo da Details, fundador e editor da Absolut, trabalhou em outras revistas de renome e escreveu livros. Até que, em 2006, esse jornalista nova iorquino passou para o outro lado do balcão, ao assumir o cargo de CEO da então nascente Droga5, agência publicitária que faz muito mais do que publicidade – subverte padrões. Este é Andrew Essex, para quem trabalhar na Droga5, eleita pelo The Guardian “a mais excitante agência do mundo”, é estar no meio de um novo paradigma. Isso ficou óbvio com o Tap Project, esforço de arrecadação de fundos para o Unicef que não só criou um novo paradigma, mas também ganhou todos os prêmios possíveis. Pai de duas crianças, Essex é adepto da ideia de que qualquer coisa é possível. Na Droga 5, ele comprova isso todo dia, criando de roteiros a avatares, tendo como clientes desde agências das Nações Unidas a companhias de wireless pré-pago. Ele acredita que é possível tornar as marcas estrelas de um show, em vez de convidadas indesejadas. Definindo-se como energizado, despretensioso e de altura mediana, ele aconselha duas coisas aos principiantes: não tomar o caminho seguro e sempre presumir que não se sabe o suficiente. Como ele coloca isso em prática para ajudar a criar os tais novos paradigmas? É o que ele contou durante o TEDxSudeste, na sua palestra sobre uso de smartphones da educação.
15 de abril de 2010

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