“Ostentar abundância não é inteligente” e “vida mais simples”. Difícil isso? Acho que não. Falou tudo André!
Em 19 janeiro 2012
João Guerrino
Então tá Cráudia. Senta lá e abre mão do seu carro do ano, do seu celular, de todas as suas camisas que você não repete nos seus programas de tv.
Teoria na prática é onde o bicho pega.
Em 09 janeiro 2012
Tomaz Ahau
Vitor e demais que se identificam com este “modus operanti do “establishment”.
ainda não ouviram falar de PERMACULTURA e também princípios éticos para um “outro mundo possível “?
Em 21 dezembro 2011
José Gonçales Junior
Palestra rica e interessante, e sugiro também acompanharem as discussões e reflexões do prof. da USP Ricardo Abramovay, José Eli da Veiga, do prof. do Insper Eduardo Gianetti da Fonseca e ler o livro de Benjamin Barber sobre a manipulação terrível dos cidadãos em prol do consumo “Consumido”.
Em 18 dezembro 2011
José Gonçales Junior
Querido Vitor Capitalism,
Você deve ainda ser novinho de idade, e certamente inexperiente quanto às grandes questões da vida. Sugiro silenciar 10 anos, estudar profundamente o tema, e depois de passados os anos voltar a comentar o assunto. Quem sabe você poderá ajudar em algo nas discussões dos graves problemas que estamos passando. Com o teu nível de comentário, sugiro restringir-se a apenas futebol.
Em 18 dezembro 2011
Andréia Maia
Excelente! Ouvir André Trigueiro é pensar no que podemos melhorar e mudar de atitudes. O mundo precisa ouví-lo!
Em 08 dezembro 2011
Vilma Maria C. da Silva
Bom dia! Nos fortalece ouví uma pessoa falar que exemplifica o que defende.Nos faz refletir sobre o que podemos fazer e não ser tão omissos.Fiquei interessada nas minhocas,e gostaria de saber se podemos tê-las em apartamento e como se reproduzem fácilmente, como controlar.Obrigada, por você existir.Um grabde beijo,
Em 07 dezembro 2011
Vitor Capitalism
O ponto dele é o problema ecologico!!
mesmo se vc economizar o seu consumo hj, nao irá impedir do mundo acabar suas riquezas…
imagina qdo a populacao chegar a 50 bilhoes de pessoas……
vc consumindo pouco ou mt, n vai fazer diferenca…….. até lá, devido ao consumo e desenvolvimento tecnologico, vamos ter tipos de energias diferentes e solucoes para os tais problemas……
Em 26 novembro 2011
Vitor Capitalism
TÁ FALANDO BESTEIRA!!! querendo ser politicamente correto!
A ideia é bonita e tal, mas nao concordo nenhum pouco!
Tem mais é que consumir mesmo, gerar emprego e fazer a economia girar!
Qto menos eu consumo, aumenta o desemprego!
ele falou do dogma da escravidao ou nao! lembre-se!!!
Os ingleses libertaram os negros, pra simplismente aumentar seu mercado consumista!!!
consumo é o combustível da geração de riqueza, tecnologia e etc……
Em 26 novembro 2011
Clara de Assis Rodrigues Andrade
Concordo com André,com crescimento per capita de algumas classe, troca-se de celulares, sem nenhuma preocupação onde vai ser descartado o antigo aparelho, os recursos naturais a aguá em vários municípios rios assoreados.
Em 22 novembro 2011
@Raul_Winchester
Sou estudante de Jornalismo na Universidade Potiguar.
Estou ciente da atuação problemática ambiental vigente em nosso pais.
O total descaso por partes especialmente das pessoas que não buscam melhoras.
Segundo pelo governo que não faz nada para mudar essa situação.
Sendo que o mesmo possui total autonomia e recursos, para fazer o acontecer.
Como sendo um futuro profissional da área de comunicação.
Irei optar, por atuar no Jornalismo Ambiental, investigativo.
Vendo que no meu estado não existe nenhum profissional com esse porte.
A decadência de profissionais de comunicação, com qualidades tanto no Telejornalismo, como no jornalismo impresso e online é muito grande.
Sendo que vejo alguns telejornais que banalizam a notícia de desastres ambientais.
Apenas dizendo, banalizando mostrando diversos acontecimentos, jogando a informação de forma erronia ao telespectador. Sendo que os profissionais, desconhecem o que tanto relatam na TV. A maior responsabilidade do emissor, e passar a informação através do meio, para que o receptor, possa tanto captar a mensagem como codificar-la e entender-la ao ponto que não deixe nenhuma dúvida.
Casos que hoje não se acontece. pois os jornalista, não teve uma graduação na área de jornalismo ambiental. Sendo que alguns profissionais ainda teimam em questionar este termo.
Em 21 novembro 2011
Guilherme Delmás de Morais
André,parabens pela palestra.Precisamos de pessoas inteligentes e iluminadas por Deus para concientizar a humanidade e as gerações futuras para que possamos ter um planeta melhor.O planeta pede socorro.
Um abraço.
Em 30 outubro 2011
RITA DE CASSIA DE SOUSA CAMPOS
repesar no consumo uma Excelente Reflexão, nos dias atuais,para a
sociedade bastante, compulsiva.
a nossa sociedade, só se contenta com o Materialismo deixando de ver
a parte espiritual, onde realmente encontramos a verdadeira felicidade nas
coisas simples da vida um gesto de amor um sorriso uma palavra amiga.
Em 06 outubro 2011
Malu Cavalcanti
Andre,
Gostaria de agendar com vc uma apresentação do Lar ecológico,tenho certeza que faremos uma forte parceria,conheci a Samantha que está em quase todas as suas palestras e por ter me conhecido ontem me passou o seu site que ainda não conhecia.
Creio que cuidaremos melhor do Planeta a começar dos nossos lares.
Atenciosamente,
Malu Cavalcanti
21 8114-0714
Já conhecia André Trigueiro como jornalista da Globo News, mas como palestrante e ainda mais sobre esse assunto é fantástico !!!
Bem eu sou da época do “armário embutido” e realmente era um frissom.
Devemos nós, aliás é uma obrigação, que fomos e somos consumistas inconsequentes plantar e deixar para nossos jovens e descendentes uma saída, um começo para um consumo sustentável e não egoísta !!!
Em 18 março 2011
Marcio Botelho
Excelente palestra! Como seria bom se a Globo retransmitisse-a em horário nobre… Assim ela poderia liderar um movimento nacional de mudança para salvamento do planeta… Bem, pelo menos espero que ele continue empregado lá, mesmo sendo uma voz isolada entre tantos puxa-sacos dessa doença da sociedade. Vejam também essa outra: http://www.ted.com/talks/lang/eng/naomi_klein_addicted_to_risk.html
Em 17 fevereiro 2011
Vânia Lobato
Adorei André! Valeu! É importante Fazer as pessoas repensarem suas posturas diante da vida! É fácil entrar na onda do consumismo sem responsabilidade e sem consciência, assim como as pessoas que ainda comem carne nunca pararem pra pensar nos bichos que são brutalmente assassinados pra alimentá-las. Fazem carinho nos seus bichos, dizem gostar dos animais e comem sem o menor remorso suas carnes… acordar, despertar as pessoas de um modo geral é nosso papel por aqui! Que sejamos sempre portadores de Luz pra ampliar as consciências dos que nos cercam! E que bom que vc tem acesso a tanta gente pra despertá-las! Virei sua fã!! Obrigada!
Em 04 janeiro 2011
Leniza Wallbach
Mais uma vez, me sinto encantada com tamanha convicção e incansável luta. Ouvir André Trigueiro é pensar: o mundo precisa ouvi-lo. É o mesmo que ouvir Renata Falzoni, com todos os argumentos possíveis a favor da mobilidade sustentável e transporte público decente para a maioria das pessoas.O mundo precisa ouvi-los.
Em 20 dezembro 2010
Maria Isabel Carmacio
È preciso começar a reciclagem pelo ser humano.
Em 17 dezembro 2010
Fábio Cardoso de Araújo
André. Muito boa a palestra.
É importante “ter” também. Se bem que é melhor “ser”. Mas enquanto a pessoa não “é”, que primeiro passe a “ter” antes de “ser”.
O que é importante ter?
Ter bom senso, ter caráter, ter discernimento, ter consciência, ter educação, ter respeito, ter leitura, etc.
É bom mesmo que se tenham esses valores, enquanto não se passa a ser assim, que é o ideal.
Em 17 dezembro 2010
Leonora
Parabéns como sempre!!
As pessoas , o mundo deve repensar TUDO todos os conceitos. http://www.lixozero.org
Em 10 dezembro 2010
Rodrigo Ferraz
Uma outra visão, interessantíssima, sobre a mudança dos hábitos de consumo foi feita também em uma palestra TED pode Jason Clay, vice-presidente da WWF. Ele fala sobre como usar as grandes empresas para acelerar o processo de consumo sustentável. Se você ainda não assistiu, assista. http://www.ted.com/talks/jason_clay_how_big_brands_can_save_biodiversity.html
Em 01 dezembro 2010
Antonieta
simplicidade voluntaria ! ?….boa André.
seguimos junto/as em busca da felicidade interna bruta.
nos encontraremos lá.
Em 18 novembro 2010
ROSANE FONSECA
VIVA TRIGUEIRO !
EXCELENTE !!!!!
Em 11 novembro 2010
Cristina Cantergiani
André
Parabéns! Adorei a sua palestra.
A mudança de mentalidade é algo tão difícil… A atenção deve ser diária, pois mesmo compartilhando da ideia e tendo a consciência da real necessidade de mudança de atitude, muitas vezes, um minuto de distração e lá estamos nos, novamente seguindo a boiada e nos deixando ser levados.
Mudar o padrão é fundamental e mantêm é urgente!
Obrigada!
Cristina
Em 11 novembro 2010
Adriana Ferraz
parabéns André, precisamos urgente mudar nossos hábitos …cabe a cada um de nós desenvolvermos atitutes conscientes no nosso dia-a-dia.
abraços e sucesso para vc!!!!
Em 25 outubro 2010
Fernando Camargo
Consumir para viver? Viver para consumir?
Em 17 outubro 2010
Paula Ramos
olá André ótima palestra,é importantíssimo que a sociedade global tenha consciência de que o consumo exagerado está axaurindo o meio ambiente,
pois a natureza representa para todos nós um patrimônio a ser necessariamente assegurado e protegido,tendo am vista o uso coletivo.
Em 13 outubro 2010
Anna Cavalcanti
André,
Parabéns pela palestra. Voce tem sido uma voz importante nessa luta pela sustentabilidade. Penso que a expressão verde nas urnas neste 3 de outubro de 2010 faz parte de um processo de mudança que temos a obrigação de fazer. Quem sabe voce fará parte desta liderança política e no futuro espero votar em voce.
Em 04 outubro 2010
Filipe Frota
Excelente palestra André! Estamos vivendo um período que demanda uma revisão de conceitos a todos: consumidores, economistas e marketers. Do ponto de vista mercadológico, o consumismo leva a inovação dos produtos oferecidos à sociedade, trazendo um aumento de bem estar a nós consumidores, que por natureza, somos ávidos por conquistas pessoais, as quais se tangibilizam nos bens diferenciados que compramos. Os bens são recompensas pelo trabalho. Contudo, o consumismo certamente deve ser repensado para evitar o comportamento fútil, de excessos, com potencial negativo para a sustentabilidade eco social. Certamente devemos inovar em soluções sustentáveis, mas também devemos repensar os modelos econômicos e de negócios, de forma a proporcionar uma distribuição mais justa da riqueza, garantir trabalho justo e propósitos mais reais para a vida das pessoas.
A fortes marcas de luxo são muito persuasivas, exprimem riqueza das pessoas, e seus frutos terminam nas mãos dos que já tem mais do que necessitam. Há uma oportunidade de converter esse “status de luxo” em “status de consciência”? De que as pessoas deixem de consumir marcas de luxo insustentáveis, para passar a consumir marcas “do bem social”? Eu digo que sim. Espero que sim. Requer fomento governamental e talento profissional na criação de modelos de negócios sustentáveis que transformem brand equity em benefícios para a sociedade.. O brand equity deveria crescer junto com uma distribuição justa de seus frutos para os stakeholders. Como agregar a contribuição de mais pessoas na formação de brand equity?
Como usar o crowdsourcing para suprir nossas necessidades e nos gerar benefícios?
Estes eventos do TED são muito bons. Cumprem com o papel de fazer as pessoas pensarem.
Ideas worth spreading.
Sds.
Em 01 outubro 2010
Wener Marq
A questão que se põe é muito simples: nossa espécie está fadada ao vir-a-ser e ao desaparecimento e quer utilizar cada milímetro desta natureza que tem disponível e que consegue transformar ao seu favor com suas técnicas e tecnologias.
Entrar em harmonia e equilíbrio com o meio é a condição “sine qua non” para existir mais um pouquinho neste planeta, porém equilíbrio é impossível, visto que o que nos caracteriza como humanos é que somos uma espécie em desequilíbrio e em constante evolução.
Debord já nos alertava: “Os senhores da sociedade são obrigados agora a falar da poluição, tanto para combatê-la (pois eles vivem, apesar de tudo, no mesmo planeta que nós; é este o único sentido ao qual se pode admitir que o desenvolvimento do capitalismo realizou efetivamente uma certa fusão das classes) e para a dissimular, pois a simples verdade dos danos e dos riscos presentes basta para constituir um imenso fator de revolta, uma exigência materialista dos explorados, tão inteiramente vital quanto o foi a luta dos proletários do século XIX pela possibilidade de comer. Após o fracasso fundamental de todos os reformismos do passado – que aspiram todos eles à solução definitiva do problema das classes -, um novo reformismo se desenha, que obedece às mesmas necessidades que os precedentes: lubrificar a máquina e abrir novas oportunidades de lucros às empresas de ponta. O setor mais moderno da indústria se lança nos diferentes paliativos da poluição, como em um novo nicho de mercado, tanto mais rentável quanto mais uma boa parte do capital monopolizado pelo Estado nele está a empregar e a manobrar. Mas se este novo reformismo tem de antemão a garantia de seu fracasso, exatamente pelas mesmas razões que os reformismos passados, ele guarda em face deles a radical diferença de que não tem mais tempo diante de si.”
Portanto, desenvolvimento sustentável são 2 termos contraditórios e paradoxais. Não devemos cair nessa balela de consumo consciente. O que pode acontecer é cada vez mais a racionalização e otimização de processos para acelerar o ritmo que permite à nossa espécie crescer até a massa crítica ser atingida possibilitando o recomeço de uma nova humanidade, já que essa auto-superação é que nos permitiu chegar onde estamos.
Em 29 setembro 2010
Katia Peixoto
André, fui sua aluna na PUC e hoje faço uma especialização em Marketing Digital. Depois de assistir ao vídeo de sua palestra me preocupei sobre um novo fenômeno que considero uma grande sacada de marketing, mas, ao mesmo tempo, perigoso alimento ao consumismo. Estou falando dos sites de compra coletiva e os clubes de compra. Vc já tem algum material publicado a respeito desse novo fenômeno?
Em 21 setembro 2010
Daniel
Caro André Trigueiro,
Gostei bastante desta palestra e também ouco regularmente seus comentarios de fim-se-semana na CBN por meio de podcast.
Com respeito ao consumo em demasia, no meu caso – e por mais que eu ainda possa melhorar bastante – voce está pregando para o já convertido.
O que eu acharia realmente interessante seria saber qual a reacao de seu empregador – no caso o grupo Marinho / Globo – a seus apelos.
Nao moro no Brasil ja faz um tempo mas se bem me lembro – e nao creio que isso tenha mudado radicalmente – as novelas da Globo sao grandes estimuladoras do consumo frenético e os seus comerciais – principalmente em horario nobre – me parecem estar entre os mais caros e agressivos do mundo.
Repito que sou fa do seu trabalho e torco para que continue ganhando ouvidos em todas as esferas da sociedade.
Cordialmente,
Daniel
Em 12 setembro 2010
Jorge
Parabéns pelo brilhante alinhamento de idéias. Definir o que é consumo consciente, qual é o consumo possível e como viabilizá-lo para toda a humanidade talvez seja o maior desafio da humanidade na atualidade. Se não começarmos a tentar resolver essa equação agora mesmo, talvez não tenhamos tempo para fazê-lo.
Em 09 setembro 2010
alexandre wahbe
me vi palestrando. parabéns pela linha de raciocínio e persuasão.
Em 04 setembro 2010
Cleber Leão
A experiência de se sentir cada dia mais leve, sem o peso de ter consumido ou ter que consumir, é engrandecedora, nos deixa livres para explorar as reais potencialidades de ser humano, torna mais constante a felicidade e é bem mais barata.
Em 31 agosto 2010
Pedro Estima
Cristiane,
concordo com você que o consumo é algo quase que inevitável para se estar incluído numa Sociedade de Consumo.
O que absorvi da MARAVILHOSA palestra do André Trigueiro é a idéia do consumo consciente.
Você pode ter alguns pares de sapato, algumas calças, blusas etc etc etc, desde que sejam apenas algumas e não VÁRIAS!!!
Concorda?
Este final de semana fui a um Outlet em São Paulo perto do Hopi Hari, Parque de Diversões. Eu poderia ter feito a farra do shopping como bem citou o André no vídeo, mas comprei um tenis e uma calça que por acaso eu estava precisando.
No domingo fui com algumas amigas a ShoeStock, você conhece? É uma loja apenas com sapatos femininos, bolsas carteiras, cintos. É um oásis do consumismo feminino.
Minha irmã já veio toda feliz me mostrar o sapato que ela queria quando eu lhe disse: “Lembra do consumo consciente?”
Na mesma hora ela voltou atrás e saiu de mãos vazias pois de fato ela não precisava de nada daquilo.
Acredito que espalhar boas idéias é isso, absorver coisas boas e influenciar os próximos, que assim espero, farão o mesmo.
Em 30 agosto 2010
maria do carmo
O caminho para o consumo consciente, é justamente ter consciência. Por isso é de extrema importância buscar o Auto Conhecimento. Auto Observação.
Pra ter condições de não ser manipulado por absolutamente nada.Desconstruindo dogmas,com reflexão diária de si mesmo e do todo.
Parabéns André, meu voto é pra você
Em 30 agosto 2010
Rubens Harry Born
Excelente palestra. Para saber mais sobre o tema, visitem as páginas da campanha “mude o consumo para não mudar o clima” – http://www.climaeconsumo.org.br, das organizações Vitae Civilis Instituto (www.vitaecivilis.org.br) e Idec – Instituto de Defesa do Consumidor – http://www.idec.org.br. Visite também campanha de ações pelo clima http://www.tictactictac.org.br
Em 30 agosto 2010
Liliana Peixinho
Oi André
Parabéns por sua exposição
Como sempre, socializando informações importantes para o desafio, cotidiano, de mudança de comportamento no consumo. O seu programa, Ce S há muito vem contribuindo para isso. Sou uma difusora natural do seu trabalho. Estou sempre citando seu trabalho e de sua equipe nas opornudade que tenho de passar informações adiante.
O movimento que criamos, há mais de 10 anos, o AMA – Amigos do Meio Ambiente, desenvolve a campanha ADOTE A CULTURA dos RRRRRR- Repense, Reduza, Reutilize, Reivente, Reaproveite, Recrie, Recicle, REVOLUCIONE através de ações da AGENDA DOMESTICA AMBIENTAL.
Parabéns. Estamos promovendo ciclos de palestras no nosso curso de JORNALISMO CIENTIFICO, Facom- UFba e gostariamos muito de contar com a sua participação.
Sds harmoniosas
Liliana Peixinho – Jornalista, ativista sócioambiental
71 – 9938-0159
Em 29 agosto 2010
Dal Marcondes
Olá André, teu exemplo do escravagismo é muito didático. Podemos agregar alguns mais recentes, como a implantação de semana de 40 horas ou férias remuneradas, que foram hostilizadas pelos mesmos economistas que afirmavam que a economia não aguentaria estes “direitos sociais”.
A cada momento da evolução a resiliência é nosso maior inimigo. No entanto, como você bem descreveu, somos uma sociedade em permanente transformação quando estamos em sintonia com os desejos do “sistema”. E neste caso o sistema vive da concentração de renda e do consumismo.
Tempos atrás ouvi em uma palestra proferida para empreendedores que o melhor caminho para qualquer empresa é: “vender mais para os mesmos”. Ou seja, que as empresas devem buscar ampliar o relacionamento com seus clientes já conquistados e vender-lhes o mais possível. Infelizmente este é um raciocínio arraigado.
O próprio termo “CONSUMO” me parece inapropriado para a quebra de paradigmas que precisamos. Creio que o correto deveria ser “ABASTECER”, que está mais apropriado para o conceito de “suprir necessidades”. parafraseando Gandhi, acho que poderíamos dizer que a Terra não tem para o consumo de todos, mas tem para abastecer toda a humanidade.
Creio que o paradigma econômico deveria ser quebrado para, ao invés de se “vender mais para os mesmos”, “vender menos para mais”. É preciso que o modelo faça uma rápida transição para focar em uma forma de abastecer toda a humanidade em suas necessidades básicas, sem perder de vista as necessidades objetivas de conforto e qualidade de vida.
Cultura, educação, saúde e serviços baseados no conhecimento e no lazer devem ser a base da economia que buscamos.
Aproveitando, muito bom o programa que você fez sobre a reciclagem de pneus. Parabéns.
Em 28 agosto 2010
Patricia Monteiro
Belíssima intervenção! André mostra neste vídeo que no pincípio era o verbo e agora também. Todos devemos pensar antes de consumir: isto é necessário? “Sejamos a paz que queremos ver no mundo”.
Em 24 agosto 2010
Alexandre Fang
O consumo desenfreado nada mais é que nossa busca em preenchermos o vazio de nossas existências. Felizes aqueles que conseguem encontrar felicidade nas coisas simples da vida. Ofereça um sorriso! Ame seu próximo! Reflita sobre o impacto de suas ações sobre o planeta!
Em 23 agosto 2010
Palmira
Adorei!
Estou repensando várias coisas…
Em 22 agosto 2010
Cristiane Demarchi
Maravilhosa palestra , mas infelismente o consumismo toma conta do cidadão pois a sociedade cobra isto …exemplo você jamais deixa de comprar uma roupa pois se sua imagem ao se apresentar ao publico necissata estar sempre de visual novo…entao querendo ou não você acaba comprando…Mas saiba que temos que nos controlar e saber reaproveitar ou ate mesmo doar a quem precisa…e não sermos um gerador de lixo!!
“Ostentar abundância não é inteligente” e “vida mais simples”. Difícil isso? Acho que não. Falou tudo André!
Então tá Cráudia. Senta lá e abre mão do seu carro do ano, do seu celular, de todas as suas camisas que você não repete nos seus programas de tv.
Teoria na prática é onde o bicho pega.
Vitor e demais que se identificam com este “modus operanti do “establishment”.
ainda não ouviram falar de PERMACULTURA e também princípios éticos para um “outro mundo possível “?
Palestra rica e interessante, e sugiro também acompanharem as discussões e reflexões do prof. da USP Ricardo Abramovay, José Eli da Veiga, do prof. do Insper Eduardo Gianetti da Fonseca e ler o livro de Benjamin Barber sobre a manipulação terrível dos cidadãos em prol do consumo “Consumido”.
Querido Vitor Capitalism,
Você deve ainda ser novinho de idade, e certamente inexperiente quanto às grandes questões da vida. Sugiro silenciar 10 anos, estudar profundamente o tema, e depois de passados os anos voltar a comentar o assunto. Quem sabe você poderá ajudar em algo nas discussões dos graves problemas que estamos passando. Com o teu nível de comentário, sugiro restringir-se a apenas futebol.
Excelente! Ouvir André Trigueiro é pensar no que podemos melhorar e mudar de atitudes. O mundo precisa ouví-lo!
Bom dia! Nos fortalece ouví uma pessoa falar que exemplifica o que defende.Nos faz refletir sobre o que podemos fazer e não ser tão omissos.Fiquei interessada nas minhocas,e gostaria de saber se podemos tê-las em apartamento e como se reproduzem fácilmente, como controlar.Obrigada, por você existir.Um grabde beijo,
O ponto dele é o problema ecologico!!
mesmo se vc economizar o seu consumo hj, nao irá impedir do mundo acabar suas riquezas…
imagina qdo a populacao chegar a 50 bilhoes de pessoas……
vc consumindo pouco ou mt, n vai fazer diferenca…….. até lá, devido ao consumo e desenvolvimento tecnologico, vamos ter tipos de energias diferentes e solucoes para os tais problemas……
TÁ FALANDO BESTEIRA!!! querendo ser politicamente correto!
A ideia é bonita e tal, mas nao concordo nenhum pouco!
Tem mais é que consumir mesmo, gerar emprego e fazer a economia girar!
Qto menos eu consumo, aumenta o desemprego!
ele falou do dogma da escravidao ou nao! lembre-se!!!
Os ingleses libertaram os negros, pra simplismente aumentar seu mercado consumista!!!
consumo é o combustível da geração de riqueza, tecnologia e etc……
Concordo com André,com crescimento per capita de algumas classe, troca-se de celulares, sem nenhuma preocupação onde vai ser descartado o antigo aparelho, os recursos naturais a aguá em vários municípios rios assoreados.
Sou estudante de Jornalismo na Universidade Potiguar.
Estou ciente da atuação problemática ambiental vigente em nosso pais.
O total descaso por partes especialmente das pessoas que não buscam melhoras.
Segundo pelo governo que não faz nada para mudar essa situação.
Sendo que o mesmo possui total autonomia e recursos, para fazer o acontecer.
Como sendo um futuro profissional da área de comunicação.
Irei optar, por atuar no Jornalismo Ambiental, investigativo.
Vendo que no meu estado não existe nenhum profissional com esse porte.
A decadência de profissionais de comunicação, com qualidades tanto no Telejornalismo, como no jornalismo impresso e online é muito grande.
Sendo que vejo alguns telejornais que banalizam a notícia de desastres ambientais.
Apenas dizendo, banalizando mostrando diversos acontecimentos, jogando a informação de forma erronia ao telespectador. Sendo que os profissionais, desconhecem o que tanto relatam na TV. A maior responsabilidade do emissor, e passar a informação através do meio, para que o receptor, possa tanto captar a mensagem como codificar-la e entender-la ao ponto que não deixe nenhuma dúvida.
Casos que hoje não se acontece. pois os jornalista, não teve uma graduação na área de jornalismo ambiental. Sendo que alguns profissionais ainda teimam em questionar este termo.
André,parabens pela palestra.Precisamos de pessoas inteligentes e iluminadas por Deus para concientizar a humanidade e as gerações futuras para que possamos ter um planeta melhor.O planeta pede socorro.
Um abraço.
repesar no consumo uma Excelente Reflexão, nos dias atuais,para a
sociedade bastante, compulsiva.
a nossa sociedade, só se contenta com o Materialismo deixando de ver
a parte espiritual, onde realmente encontramos a verdadeira felicidade nas
coisas simples da vida um gesto de amor um sorriso uma palavra amiga.
Andre,
Gostaria de agendar com vc uma apresentação do Lar ecológico,tenho certeza que faremos uma forte parceria,conheci a Samantha que está em quase todas as suas palestras e por ter me conhecido ontem me passou o seu site que ainda não conhecia.
Creio que cuidaremos melhor do Planeta a começar dos nossos lares.
Atenciosamente,
Malu Cavalcanti
21 8114-0714
Oi Conheçam o meu blog de design sustentavel http://marciodupont.blogspot.com
obrigado.
Consumo consciente já!
Parabéns, André!
Já conhecia André Trigueiro como jornalista da Globo News, mas como palestrante e ainda mais sobre esse assunto é fantástico !!!
Bem eu sou da época do “armário embutido” e realmente era um frissom.
Devemos nós, aliás é uma obrigação, que fomos e somos consumistas inconsequentes plantar e deixar para nossos jovens e descendentes uma saída, um começo para um consumo sustentável e não egoísta !!!
Excelente palestra! Como seria bom se a Globo retransmitisse-a em horário nobre… Assim ela poderia liderar um movimento nacional de mudança para salvamento do planeta… Bem, pelo menos espero que ele continue empregado lá, mesmo sendo uma voz isolada entre tantos puxa-sacos dessa doença da sociedade. Vejam também essa outra: http://www.ted.com/talks/lang/eng/naomi_klein_addicted_to_risk.html
Adorei André! Valeu! É importante Fazer as pessoas repensarem suas posturas diante da vida! É fácil entrar na onda do consumismo sem responsabilidade e sem consciência, assim como as pessoas que ainda comem carne nunca pararem pra pensar nos bichos que são brutalmente assassinados pra alimentá-las. Fazem carinho nos seus bichos, dizem gostar dos animais e comem sem o menor remorso suas carnes… acordar, despertar as pessoas de um modo geral é nosso papel por aqui! Que sejamos sempre portadores de Luz pra ampliar as consciências dos que nos cercam! E que bom que vc tem acesso a tanta gente pra despertá-las! Virei sua fã!! Obrigada!
Mais uma vez, me sinto encantada com tamanha convicção e incansável luta. Ouvir André Trigueiro é pensar: o mundo precisa ouvi-lo. É o mesmo que ouvir Renata Falzoni, com todos os argumentos possíveis a favor da mobilidade sustentável e transporte público decente para a maioria das pessoas.O mundo precisa ouvi-los.
È preciso começar a reciclagem pelo ser humano.
André. Muito boa a palestra.
É importante “ter” também. Se bem que é melhor “ser”. Mas enquanto a pessoa não “é”, que primeiro passe a “ter” antes de “ser”.
O que é importante ter?
Ter bom senso, ter caráter, ter discernimento, ter consciência, ter educação, ter respeito, ter leitura, etc.
É bom mesmo que se tenham esses valores, enquanto não se passa a ser assim, que é o ideal.
Parabéns como sempre!!
As pessoas , o mundo deve repensar TUDO todos os conceitos.
http://www.lixozero.org
Uma outra visão, interessantíssima, sobre a mudança dos hábitos de consumo foi feita também em uma palestra TED pode Jason Clay, vice-presidente da WWF. Ele fala sobre como usar as grandes empresas para acelerar o processo de consumo sustentável. Se você ainda não assistiu, assista.
http://www.ted.com/talks/jason_clay_how_big_brands_can_save_biodiversity.html
simplicidade voluntaria ! ?….boa André.
seguimos junto/as em busca da felicidade interna bruta.
nos encontraremos lá.
VIVA TRIGUEIRO !
EXCELENTE !!!!!
André
Parabéns! Adorei a sua palestra.
A mudança de mentalidade é algo tão difícil… A atenção deve ser diária, pois mesmo compartilhando da ideia e tendo a consciência da real necessidade de mudança de atitude, muitas vezes, um minuto de distração e lá estamos nos, novamente seguindo a boiada e nos deixando ser levados.
Mudar o padrão é fundamental e mantêm é urgente!
Obrigada!
Cristina
parabéns André, precisamos urgente mudar nossos hábitos …cabe a cada um de nós desenvolvermos atitutes conscientes no nosso dia-a-dia.
abraços e sucesso para vc!!!!
Consumir para viver? Viver para consumir?
olá André ótima palestra,é importantíssimo que a sociedade global tenha consciência de que o consumo exagerado está axaurindo o meio ambiente,
pois a natureza representa para todos nós um patrimônio a ser necessariamente assegurado e protegido,tendo am vista o uso coletivo.
André,
Parabéns pela palestra. Voce tem sido uma voz importante nessa luta pela sustentabilidade. Penso que a expressão verde nas urnas neste 3 de outubro de 2010 faz parte de um processo de mudança que temos a obrigação de fazer. Quem sabe voce fará parte desta liderança política e no futuro espero votar em voce.
Excelente palestra André! Estamos vivendo um período que demanda uma revisão de conceitos a todos: consumidores, economistas e marketers. Do ponto de vista mercadológico, o consumismo leva a inovação dos produtos oferecidos à sociedade, trazendo um aumento de bem estar a nós consumidores, que por natureza, somos ávidos por conquistas pessoais, as quais se tangibilizam nos bens diferenciados que compramos. Os bens são recompensas pelo trabalho. Contudo, o consumismo certamente deve ser repensado para evitar o comportamento fútil, de excessos, com potencial negativo para a sustentabilidade eco social. Certamente devemos inovar em soluções sustentáveis, mas também devemos repensar os modelos econômicos e de negócios, de forma a proporcionar uma distribuição mais justa da riqueza, garantir trabalho justo e propósitos mais reais para a vida das pessoas.
A fortes marcas de luxo são muito persuasivas, exprimem riqueza das pessoas, e seus frutos terminam nas mãos dos que já tem mais do que necessitam. Há uma oportunidade de converter esse “status de luxo” em “status de consciência”? De que as pessoas deixem de consumir marcas de luxo insustentáveis, para passar a consumir marcas “do bem social”? Eu digo que sim. Espero que sim. Requer fomento governamental e talento profissional na criação de modelos de negócios sustentáveis que transformem brand equity em benefícios para a sociedade.. O brand equity deveria crescer junto com uma distribuição justa de seus frutos para os stakeholders. Como agregar a contribuição de mais pessoas na formação de brand equity?
Como usar o crowdsourcing para suprir nossas necessidades e nos gerar benefícios?
Estes eventos do TED são muito bons. Cumprem com o papel de fazer as pessoas pensarem.
Ideas worth spreading.
Sds.
A questão que se põe é muito simples: nossa espécie está fadada ao vir-a-ser e ao desaparecimento e quer utilizar cada milímetro desta natureza que tem disponível e que consegue transformar ao seu favor com suas técnicas e tecnologias.
Entrar em harmonia e equilíbrio com o meio é a condição “sine qua non” para existir mais um pouquinho neste planeta, porém equilíbrio é impossível, visto que o que nos caracteriza como humanos é que somos uma espécie em desequilíbrio e em constante evolução.
Debord já nos alertava: “Os senhores da sociedade são obrigados agora a falar da poluição, tanto para combatê-la (pois eles vivem, apesar de tudo, no mesmo planeta que nós; é este o único sentido ao qual se pode admitir que o desenvolvimento do capitalismo realizou efetivamente uma certa fusão das classes) e para a dissimular, pois a simples verdade dos danos e dos riscos presentes basta para constituir um imenso fator de revolta, uma exigência materialista dos explorados, tão inteiramente vital quanto o foi a luta dos proletários do século XIX pela possibilidade de comer. Após o fracasso fundamental de todos os reformismos do passado – que aspiram todos eles à solução definitiva do problema das classes -, um novo reformismo se desenha, que obedece às mesmas necessidades que os precedentes: lubrificar a máquina e abrir novas oportunidades de lucros às empresas de ponta. O setor mais moderno da indústria se lança nos diferentes paliativos da poluição, como em um novo nicho de mercado, tanto mais rentável quanto mais uma boa parte do capital monopolizado pelo Estado nele está a empregar e a manobrar. Mas se este novo reformismo tem de antemão a garantia de seu fracasso, exatamente pelas mesmas razões que os reformismos passados, ele guarda em face deles a radical diferença de que não tem mais tempo diante de si.”
Portanto, desenvolvimento sustentável são 2 termos contraditórios e paradoxais. Não devemos cair nessa balela de consumo consciente. O que pode acontecer é cada vez mais a racionalização e otimização de processos para acelerar o ritmo que permite à nossa espécie crescer até a massa crítica ser atingida possibilitando o recomeço de uma nova humanidade, já que essa auto-superação é que nos permitiu chegar onde estamos.
André, fui sua aluna na PUC e hoje faço uma especialização em Marketing Digital. Depois de assistir ao vídeo de sua palestra me preocupei sobre um novo fenômeno que considero uma grande sacada de marketing, mas, ao mesmo tempo, perigoso alimento ao consumismo. Estou falando dos sites de compra coletiva e os clubes de compra. Vc já tem algum material publicado a respeito desse novo fenômeno?
Caro André Trigueiro,
Gostei bastante desta palestra e também ouco regularmente seus comentarios de fim-se-semana na CBN por meio de podcast.
Com respeito ao consumo em demasia, no meu caso – e por mais que eu ainda possa melhorar bastante – voce está pregando para o já convertido.
O que eu acharia realmente interessante seria saber qual a reacao de seu empregador – no caso o grupo Marinho / Globo – a seus apelos.
Nao moro no Brasil ja faz um tempo mas se bem me lembro – e nao creio que isso tenha mudado radicalmente – as novelas da Globo sao grandes estimuladoras do consumo frenético e os seus comerciais – principalmente em horario nobre – me parecem estar entre os mais caros e agressivos do mundo.
Repito que sou fa do seu trabalho e torco para que continue ganhando ouvidos em todas as esferas da sociedade.
Cordialmente,
Daniel
Parabéns pelo brilhante alinhamento de idéias. Definir o que é consumo consciente, qual é o consumo possível e como viabilizá-lo para toda a humanidade talvez seja o maior desafio da humanidade na atualidade. Se não começarmos a tentar resolver essa equação agora mesmo, talvez não tenhamos tempo para fazê-lo.
me vi palestrando. parabéns pela linha de raciocínio e persuasão.
A experiência de se sentir cada dia mais leve, sem o peso de ter consumido ou ter que consumir, é engrandecedora, nos deixa livres para explorar as reais potencialidades de ser humano, torna mais constante a felicidade e é bem mais barata.
Cristiane,
concordo com você que o consumo é algo quase que inevitável para se estar incluído numa Sociedade de Consumo.
O que absorvi da MARAVILHOSA palestra do André Trigueiro é a idéia do consumo consciente.
Você pode ter alguns pares de sapato, algumas calças, blusas etc etc etc, desde que sejam apenas algumas e não VÁRIAS!!!
Concorda?
Este final de semana fui a um Outlet em São Paulo perto do Hopi Hari, Parque de Diversões. Eu poderia ter feito a farra do shopping como bem citou o André no vídeo, mas comprei um tenis e uma calça que por acaso eu estava precisando.
No domingo fui com algumas amigas a ShoeStock, você conhece? É uma loja apenas com sapatos femininos, bolsas carteiras, cintos. É um oásis do consumismo feminino.
Minha irmã já veio toda feliz me mostrar o sapato que ela queria quando eu lhe disse: “Lembra do consumo consciente?”
Na mesma hora ela voltou atrás e saiu de mãos vazias pois de fato ela não precisava de nada daquilo.
Acredito que espalhar boas idéias é isso, absorver coisas boas e influenciar os próximos, que assim espero, farão o mesmo.
O caminho para o consumo consciente, é justamente ter consciência. Por isso é de extrema importância buscar o Auto Conhecimento. Auto Observação.
Pra ter condições de não ser manipulado por absolutamente nada.Desconstruindo dogmas,com reflexão diária de si mesmo e do todo.
Parabéns André, meu voto é pra você
Excelente palestra. Para saber mais sobre o tema, visitem as páginas da campanha “mude o consumo para não mudar o clima” – http://www.climaeconsumo.org.br, das organizações Vitae Civilis Instituto (www.vitaecivilis.org.br) e Idec – Instituto de Defesa do Consumidor – http://www.idec.org.br. Visite também campanha de ações pelo clima http://www.tictactictac.org.br
Oi André
Parabéns por sua exposição
Como sempre, socializando informações importantes para o desafio, cotidiano, de mudança de comportamento no consumo. O seu programa, Ce S há muito vem contribuindo para isso. Sou uma difusora natural do seu trabalho. Estou sempre citando seu trabalho e de sua equipe nas opornudade que tenho de passar informações adiante.
O movimento que criamos, há mais de 10 anos, o AMA – Amigos do Meio Ambiente, desenvolve a campanha ADOTE A CULTURA dos RRRRRR- Repense, Reduza, Reutilize, Reivente, Reaproveite, Recrie, Recicle, REVOLUCIONE através de ações da AGENDA DOMESTICA AMBIENTAL.
Parabéns. Estamos promovendo ciclos de palestras no nosso curso de JORNALISMO CIENTIFICO, Facom- UFba e gostariamos muito de contar com a sua participação.
Sds harmoniosas
Liliana Peixinho – Jornalista, ativista sócioambiental
71 – 9938-0159
Olá André, teu exemplo do escravagismo é muito didático. Podemos agregar alguns mais recentes, como a implantação de semana de 40 horas ou férias remuneradas, que foram hostilizadas pelos mesmos economistas que afirmavam que a economia não aguentaria estes “direitos sociais”.
A cada momento da evolução a resiliência é nosso maior inimigo. No entanto, como você bem descreveu, somos uma sociedade em permanente transformação quando estamos em sintonia com os desejos do “sistema”. E neste caso o sistema vive da concentração de renda e do consumismo.
Tempos atrás ouvi em uma palestra proferida para empreendedores que o melhor caminho para qualquer empresa é: “vender mais para os mesmos”. Ou seja, que as empresas devem buscar ampliar o relacionamento com seus clientes já conquistados e vender-lhes o mais possível. Infelizmente este é um raciocínio arraigado.
O próprio termo “CONSUMO” me parece inapropriado para a quebra de paradigmas que precisamos. Creio que o correto deveria ser “ABASTECER”, que está mais apropriado para o conceito de “suprir necessidades”. parafraseando Gandhi, acho que poderíamos dizer que a Terra não tem para o consumo de todos, mas tem para abastecer toda a humanidade.
Creio que o paradigma econômico deveria ser quebrado para, ao invés de se “vender mais para os mesmos”, “vender menos para mais”. É preciso que o modelo faça uma rápida transição para focar em uma forma de abastecer toda a humanidade em suas necessidades básicas, sem perder de vista as necessidades objetivas de conforto e qualidade de vida.
Cultura, educação, saúde e serviços baseados no conhecimento e no lazer devem ser a base da economia que buscamos.
Aproveitando, muito bom o programa que você fez sobre a reciclagem de pneus. Parabéns.
Belíssima intervenção! André mostra neste vídeo que no pincípio era o verbo e agora também. Todos devemos pensar antes de consumir: isto é necessário? “Sejamos a paz que queremos ver no mundo”.
O consumo desenfreado nada mais é que nossa busca em preenchermos o vazio de nossas existências. Felizes aqueles que conseguem encontrar felicidade nas coisas simples da vida. Ofereça um sorriso! Ame seu próximo! Reflita sobre o impacto de suas ações sobre o planeta!
Adorei!
Estou repensando várias coisas…
Maravilhosa palestra , mas infelismente o consumismo toma conta do cidadão pois a sociedade cobra isto …exemplo você jamais deixa de comprar uma roupa pois se sua imagem ao se apresentar ao publico necissata estar sempre de visual novo…entao querendo ou não você acaba comprando…Mas saiba que temos que nos controlar e saber reaproveitar ou ate mesmo doar a quem precisa…e não sermos um gerador de lixo!!